terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Fragmento

Li na edição nº 601 da revista Época. Me emocionou. Sugiro uma visita ao blog: http://www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com/

"Odele descobriu que o tempo da solidariedade passara. Não porque as pessoas se tornaram indiferentes, mas porque é difícil suportar uma dor que não acaba. "A dor da gente precisa deixar de ser ostensiva para que não nos tornemos insuportáveis para o outro", diz. Depois de dois anos, amigos passaram a atravessar a rua quando me viam. Não eram más pessoas, apenas não sabiam mais o que me dizer.""

4 comentários:

Claudia disse...

Ser solídário, fazer um trabalho voluntário e se importar com as dificuldades dos outros, é uma dádiva e uma benção.
Admiro e me curvo à essas pessoas!
bjs

Arte dos Gatos disse...

Oi Nice, sempre pensei muito nisso, em estar depressiva e começar a afastar ainda mais as pessoas. Durante todo esse tempo, afastei muita gente, mas serviu pra ver quem realmente eram meus amigos. Sei que é chato uma dor que nunca termina, mas amigos de verdade sempre são solidários, não importa quanto tempo leve.
Beijos amiga

Bobebabiando disse...

Copiei o link para o meu blog.
De mãe para mãe, me doeu muito.
Agora temos muito que aprender,discutir e lutar com essa história.
Aprender com a força e dignidade dessa mãe, discutir se temos segurança com determinados produtos ou serviços nos oferecidos no mercado e lutarmos juntos com essa força que é a internet.
Fazermos as coisas acontecerem de fato.
Para Flavia e por todos nós, já que as coisas não acotecem só na casa dos outros não.
Acontecem com qualquer um.
bjos,
Gi

Odele Souza disse...

Oi Nice,

Obrigada por este post e por divulgar o blog de Flavia onde alerto para o perigo dos RALOS DE PISCINAS que têm causado acidentes graves e fatais no Brasil e no mundo.

Pra você um forte e carinhoso abraço.